Tenho dado à felicidade um novo conceito. Passei muito tempo pensando que ela estava associada a ter um emprego bacana, uma casa bonita, um carro na garagem e muitos amigos. Hoje não mais. Acredito muito que o conceito correto está em ser o que sou. Agir de acordo com meus princípios, dizer o que eu penso e fazer o que eu me sinto bem fazendo. Isso sim me traz felicidade. Quanto à ideia de ter muitos amigos, para mim, isso parece bem relativo. Amizade não se mede pela quantidade e sim pela qualidade. Não acredito que uma pessoa possa ter um número muito grande de amigos. Acredito que possam existir muitos conhecidos, isso sim. O problema é que o conceito de amizade tem sido banalizado, mas esse é outro assunto.
Eu posso afirmar que, aos meus olhos, a felicidade está simplesmente em você viver a vida como lhe parece certo viver. Fazer o que gosta de fazer, ir a lugares que gosta de ir e estar com quem aprecia estar. Nossa maior besteira é tentar encaixar o conceito de felicidade do vizinho na nossa vida. Nem sempre o que faz um feliz pode fazer o outro. O ideal é não se espelhar nos ideais de realização das pessoas que nos rodeiam e nem se preocupar tanto em corresponder expectativas que não são nossas.
Feliz é aquele que consegue enxergar o que é bom para si próprio e descobre o caminho que leva à auto realização.
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